O TurboDia atende crianças, adolescentes e adultos. Num acesso de adulto, a mesma pessoa marca a rotina e ajusta a rotina — não há painel de responsável, e ninguém decide por ela.
Esta página descreve o caminho de ponta a ponta: como você cria o acesso, o que ele autoriza, o que você passa a ver e o que ele pode desfazer sozinho.
No seu painel, em Nova família: o nome, o primeiro nome da pessoa e o
modo Adulto. Você recebe um código de ativação de doze caracteres —
algo como k7m2xq9wd4rt — para entregar a ela.
O código vale uma vez só e tem prazo. Enquanto ele não for usado, a conta fica pendente e não abre para ninguém, nem para você.
Ela abre turbodia.com.br/ativar, digita o código e escolhe uma
senha — a senha é dela, e você não a conhece. É essa senha que abre o
painel onde ela ajusta os próprios horários e itens.
Cada uma é uma autorização distinta, e o app só ativa com as três marcadas. Estão reproduzidas mais abaixo, exatamente como ela as lê.
Se você digitou o e-mail dela no cadastro, a tela diz isso na cara: “criou este acesso a meu pedido”. Preferimos que ela leia isso a que descubra sozinha depois.
A partir da ativação, ela aparece no seu painel com a porcentagem dos últimos sete dias, a comparação com os sete anteriores, e o item que mais falha na semana. É registro de rotina — não é prontuário, e não substitui o que você observa em sessão.
Um toque no painel dela, sem passar por você e sem passar por nós. O efeito é imediato: a chamada seguinte do seu painel já é recusada.
Ela não perde o app. A autorização de usar o TurboDia e a autorização de você acompanhar são separadas de propósito — encerrar uma não derruba a outra.
O limite é o mesmo de qualquer acompanhamento: você vê o andamento, não a chave da casa.
A segunda existe separada porque a lei pede assim: rotina acompanhada por profissional de saúde é dado sensível, e o consentimento para ele tem de ser específico e destacado — não um parágrafo dentro de um aceite geral.
Guardamos a data, o horário e o endereço de rede de cada autorização. Se a ativação vier da mesma rede de uma sessão sua aberta — o consultório, por exemplo — isso fica marcado e visível nos dois painéis. Não bloqueia nada; serve para que a pessoa possa conferir que quem aceitou foi ela.
Não é tratamento, não é terapia e não é diagnóstico. É uma ferramenta de organização: uma lista do dia, alertas nos horários e um registro do que foi feito. Nada no app — inclusive o que o assistente responde — deve ser lido como orientação clínica.
Não prometemos resultado, e não medimos melhora. O que o painel mostra é quanto da rotina que ela mesma montou foi cumprido. O que isso significa é trabalho seu, não nosso.
São poucas, e todas seguem do mesmo ponto: o titular dos dados é quem usa o app.
Numa conta de criança, quem autoriza é o responsável legal, com base no artigo 14 da LGPD, e é ele quem define a rotina. Numa conta de adulto não há responsável: ela consente por si, e ajusta a própria rotina com a senha dela.
A tela também muda de voz — “minha rotina”, “meu painel”, nunca “o painel dos pais” —, e a lista de tarefas que vem pronta é um dia de adulto: acordar, remédio, banho, café, começar o trabalho, almoço, encerrar o trabalho e dormir. Oito itens, nenhum de escola. Ela pode mudar todos.
“Encerrar o trabalho” está na lista de propósito: a transição de largar o trabalho é das que mais falham em TDAH adulto, e costuma só virar hábito quando está escrita como tarefa. Se para o seu paciente fizer sentido acrescentar um bloco de planejamento no começo do dia, ele — ou você, junto dele — acrescenta no painel.